Pastagens

PASTAGEM

Nossa jazida (nosso ouro verde). Fonte de riqueza feita a poder de fotossíntese em capins, num ativo e vivo ambiente de produção, resultando ótima velocidade de crescimento das gramíneas.

O caminho está em “Pastagens” logo abaixo.

PASTAGENS: A princípio deveríamos tratar as gramíneas (capins) como uma lavoura (cultura) onde o boi seria colocado para colher as folhas nos momentos certos, e depois a área passaria por um período para se recompor para a colheita subsequente (pastoreio). Logicamente levando esta máxima ao pé da letra, nós priorizaríamos o vegetal e desorientaríamos os animais, devido a tanto manejo (descrevendo para gado de corte nas extensões brasileiras). Mas saber que após uns dias de pastoreio, seria bom retirar os animais para dar um descanso ao pasto para sua recuperação, até antes do próximo pastoreado, já é um grande começo. Assim se pode fazer manejos rotacionais com 7 pastos por exemplo (existe vários modelos, mas a prioridade é o respeito na medida do possível ao ciclo da gramínea. Obs. Gramíneas menores e de ciclo mais custo tendem a levar vantagens no sistema rotacional, e no ganho ambiental). Tem casos onde se inicia com manejos alternados onde se dá um descanso de vez em quando para o pasto se recompor, girando o gado conforme se pode, sobre algo em torno de 4 (quatro) pastos (tem problemas, mas já é o começo de se adentro ar em manejos). Caso o manejo seja de pastoreio contínuo a exemplo de alguns pastos para lotes em faze de terminação, ter cuidado com a formação de touceiras – que devem ser roçadas – para se obter pelo menos um pastoreio racional da pastagem. Em caso de manejo rotacional, necessário se faz planejar as reservas de vegetação para uso na seca (diferimento de pasto de fevereiro a junho/julho… por exemplo / considerar áreas de escape…), aliviar a carga animal da fazenda já no final das águas (próximo ao início da seca) é indispensável. Depois, no início das chuvas fazer, se possível, a veda estratégica na maior quantidade de pasto possível da fazenda usufruindo do Nitrogênio que aflora ao solo, evitando o “churrio” ou diarreia verde do gado, e aferindo o capim ao seu ciclo.

Obs. Dentro das reservas de alimentos para a seca, existe as formas de colher o excesso de vegetação nas águas através da fenação ou ensilagem, ou diferindo pastos, etc. Mas tem uma forma (desenvolvida por nós, que nos faz lembrar dos camelos) de armazenar alimento para estas épocas que serve muito bem à vacadas criadeiras, que é a armazenagem do excedente de pasto das águas, sob a forma de gordura de reserva na carcaça destes animais, para que os mesmos a usem nas entressafras, ou momentos de crise. Todavia tem fator limitante desta prática, quais podem ser contornáveis com o uso de técnica – barata – simples que permitem a vacas, a época de bons pastos, aleitar os filhos, conceber (enxertar) e se manter gorda ou ganhar peso neste período produtivo. Esta técnica quando usada, permite que seja implantado no organismo animal, um metabolismo tal na vaca que o animal – quando necessário – queima esta gordura de reserva sem estresse, aproveitando-a ao máximo, e sem decadência fisiológica (trata-se do aferimento metabólico induzido pelo EQUALIZADOR PLUS (Pec. Pé no Chão). Ainda, para aliviar o peso animal na fazenda na época da seca, se deve no início das águas, semi confinar animais em faze final de engorda (para abate-los logo), e na seca confinar os animais que ainda não chegaram a peso suficiente para o abate; e em última instancia vender estes para terceiros confinarem. A pior opção é manter animais pesados durante toda a seca na fazenda, o que impede a veda estratégica da fazenda, dificulta a retomada da vegetação das pastagens no início das chuvas, e atrasa o giro/reposição do rebanho. Daí a importância da técnica de uso da gordura de reserva em vacadas onde isto pode significar um alívio relativo a semanas/meses de pastoreio na fazenda. Trata-se de explorar um recuso natural do meio, estruturado aqui pela racionalização do uso do alimento disponível, a cada momento. Lembre-se, que no mínimo 12% das vacas devem ser descartadas anualmente, o que ajuda de certa forma a reduzir o peso animal na fazenda. Veja que importante a técnica nossa, que mantem a vacada em bom escore/peso ficando prático o descarte de fêmeas logo após desmamar a bezerrada.

Obs. Vamos lembrar um pouco de Agroecologia (de interesse empresarial). Nossos pastos necessitam acima de tudo de vigor, como o encontrado num ambiente que lembre uma mini floresta onde o solo está todo coberto, tendo matéria orgânica em decomposição constante na camada superficial, e assim mantendo uma micro vida ativa no solo, garantindo sua agregação (porosidade, etc.),  havendo uma retenção de umidade que se reflete mais profundamente (retendo água no pasto e na região – solo, e lençol freático), e isto tudo, em grande parte, devido à matéria orgânica e a proteção contra a insolação (e batida direta dos pingos de água da chuva). Aqui reside a importância do Programa Pecuária Pé no Chão, onde os nutrientes contemplados ajudam muito a fertilidade e a vida do solo, e vigor das plantas. Nestas condições, de solo e manejo, as raízes das plantas penetram mais fundo – buscando nutrientes – e atendendo melhor a planta (parte aérea), além de armazenarem reservas (açúcares) para uma retomada de crescimento quando solicitada. Isto se consegue com manejo, e mais ainda se tivermos múltiplos tipos de gramíneas no mesmo pasto, pois a biodiversidade vegetal reforça a micro vida (e sua própria diversidade), onde teremos até mesmo a fixação do nitrogênio pelas azotobacter (bactérias), além de maior mobilização de nutrientes no solo. Depois de esgotar o reflexo destes pontos sobre a vegetação (capins) é que se deve pensar em corrigir algum fator limitante à sua vegetação; momento em que se deve – pode – interferir, inserindo nutrientes no meio, mas de maneira o menos abrupto e o mais racional e “revolvente” possível. Se deve pensar que estaríamos mais “fazendo um enriquecimento em apoio à exuberância do ecossistema” que uma adubação propriamente dita. Por exemplo: Leves inserções de um complexo mineral composto de Macros e Microelementos de maior interesse/resposta, e também que necessário se mostrar. Assim também se pode passar a considerar mais todas as plantas (arvores nativas ou inseridas!), raízes, solo, clima e até a vegetação do “entorno” para ver/controlar ventos desidratantes, melhorando o meio que estamos explorando. Logicamente que tudo isso considerando o potencial de exploração apresentado pelo ambiente de produção; onde em certos casos, técnicas agronômicas tem de serem aplicadas com fins a se criar base para a exploração do meio (casos a parte que teremos de considerar). Enfim, o foco maior é dar vida e viço aos vegetais neste ecossistema chamado FAZENDA, e faturar com sua pujança.

Ir além disto, a nosso ver, é produção de pasto por meio de agricultura (produz muito, só que o boi pisando na área, depõe contra a “roça/cultura” permanente. Depõe contra a produtividade do pasto, e coloca este esquema em cheque, onde o retorno passa a ser alto em produção, mas o lucro vou baixando, relativamente. Seria espetacular para o pastoreio zero (colhe tudo e leva ao boi nos piquetes de confinamento). E mesmo usando para pastoreios (racionalizados), trata-se de técnica de execução/manutenção cara e difícil, e a nosso ver, menos condizente com a lucratividade em pecuária de corte no Brasil por hora. Pecuária assim deixa de apresentar custo X benefício interessante, apesar de produzir muito. Serve para empresa de alto capital de giro, que se satisfaz com lucro relativamente estreito, ficando eficiente por vezes, mas de modo arriscado (necessitando de seguro para a atividade). Coisa para país de economia estabilizada. Um dia e aos poucos, cremos que o país irá se adequando a este tipo de empreendimento. Por hora preferimos fazer a “prospecção” de nossa jazida verde, explorando melhor nossos recursos naturais e de forma sustentável.

Para receber mais dados ou orientação, entre em contato:

www.pecuariapenochao.com.br (17) 9.9766-0402 ou gado@terra.com.br A/C Lemos, P.B.

 

Obs. Procuramos pecuaristas que queiram conquistar uma retomada da força vegetativa das gramíneas, seja “Brachiarão” (Brachiaria brizantha cv Marandu), Brachiaria decumbens, Brachiárias outras como a Brachiaria “Piatã” etc, assim como os Panicuns de modo geral.

Observa-se ótimo equilíbrio e extraordinária produção de massa a baixo custo, no Quicuiu da Amazônia (Brachiaria humidicola), fazendo dele um capim capaz de engordar bem os bois. Um vegetal que merece respeito dado a capacidade de produzir mais massa com menor uso de nutrientes do solo. Um quase “milagre” tropico/equatorial.

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